“Custe o que custar” 2.0

A 26 de julho de 2012, Mario Draghi proferiu as famosas palavras "Custe o que custar", que acabariam por ser interpretadas como o início do fim da crise da dívida soberana na zona euro. Agora, a mesma expressão foi reutilizada por Friedrich Merz, um proeminente político alemão e possível futuro chanceler, para assinalar o fim da fragilidade em termos de capacidade de defesa da Alemanha e da Europa. Referia-se ao recente pacote de despesa em defesa e infraestruturas financiado pela dívida e aprovado pelo parlamento alemão. A grande questão é: o que é que os investidores acham desta estratégia?